25/12/2010
Não temais!
Isaias 9:6
"Porquanto um Menino nasceu para nós,
um filho nos foi dado,
que tem a soberania sobre os seus ombros,
o qual se chamará
Conselheiro Admirável,
Deus Forte,
Pai Eterno,
Príncipe da Paz.”
Feliz Natal!
18/12/2010
Brigando com a tecnologia
Estou apanhando feito cão … Dei-me de presente um notebook. E não consigo usar o cd-player!!
Por enquanto, não há imagem. E, concordo, sou caipira-pirapora.
12/12/2010
Oi tum-tum, bate coração …
Talvez seja uma forma de eu exercitar a paciência. Não sei.
Hoje, com medo das grandes chuvas que caem no final da tarde, resolvi ir à missa pela manhã. Vou à capela das irmãs de Santa Marcelina. Sete e meia da manhã, eu começo a me concentrar para a cerimônia e … Entra uma freirinha com um violão. Sim, lá vem aquele odioso “dlén-dlén-dlén” de dois acordes dissonantes. Tudo bem, já estou acostumada. Só que eu não esperava pela “segunda parte”: uma freirinha com um instrumento parecido com um tambor.
Você leu direito.
Era um desses.
O que estava fazendo um instrumento de percussão na celebração de uma missa? Baixou uma Mercedes Sosa básica? Gracias a la vida?
Já dizia um bom músico alemão – Ludwig van Beethoven, conhecem? – que a múisica é o pressentimento das coisas celestiais. Mas instrumento de percussão não casa com missa. Não, MESMO!
Amém.
11/12/2010
Ventos de guerra
There was a land of Cavaliers and Cotton Fields called the Old South. Here in this pretty world, Gallantry took its last bow. Here was the last ever to be seen of Knights and their Ladies Fair, of Master and of Slave. Look for it only in books, for it is no more than a dream remembered, a Civilization gone with the wind...
Pois é isso. Estamos chegando ao final do ano, com um monte de especiais nem tão especiais na TV e eu me apego aos meus livrinhos. E num dos meus inúmeros passeios a um sebo perto do escritório em que trabalho atualmente, encontrei uma preciosidade: uma edição de 1949 de “Gone with the wind”, de Margareth Mitchell. O livro é uma edição em capa dura da McMillan, exatamente a 66.a edição, em inglês. Se eu estou apanhando para ler? Claro que sim. Comecei na semana passada e só agora cheguei na parte em que Scarlett fica viúva e com um filho de seu primeiro marido, Charles Hamilton.
O que me atrai neste grande calhamaço? Até hoje, eu não entendi. É um dramalhão bem no estilo Judith Krantz, Sidney Sheldon (aliás, eu penso que esses caras se basearam de montão no livro de Margareth Mitchell, apesar de ela ter sido execrada desde o lançamento do livro.)
Os costumes são sufocantes, como deve ser o calor da Georgia e seus vestidos de época, doze jardas de tecido sobre três saiotes de armação, além do espartilho apertado para uma cintura de 16 polegadas (40 cm). O que é engraçado – e deve causar o horror aos politicamente corretos de hoje - é o pacote de termos grosseiros que a autora usa. “Darky”, “Negro”, “White trash”, além da suposição que os negros da história se sentem muito bem em seu estado de escravidão e sendo orgulhosos da grandeza de seus amos. Em certa altura – sim, eu já li o livro outras vezes – ela não tem o menor pudor em dizer que os negros mal saíram da floresta. Só que Ms. Mitchell não era chegada ao moderno “mimimi” de “retorno às raízes”.
O livro foi adaptado para o cinema e o filme foi lançado em 1939, fazaendo um sucesso danado de grande, com grandes bilheterias, ganhando muitos prêmios , essas coisas. Também, com esses quatro monstros da telona, quem não gostaria?
Dois Oscar na mesma cena: melhor atriz (Viven Leigh) e melhor atriz coadjuvante (Hattie McDaniel)
Aqui, Scarlett conversa com os gêmeos Tarleton. O ator da Direita é George Reeve, que viria a ser o Superman da série de TV.
Leslie Howard (que, na filmagem, havia passado dos quarenta e fazia o papel de um jovem de 20 e poucos anos) e Olivia de Havilland (a única “importante” viva do elenco)
O anti-herói da história, Clark Gable. Dizem por aí que Ms. Mitchell já tinha Gable como o modelo de Rhett Butler, antes mesmo de o filme ser pensado.
Houve uma continuação do livro, saído da cabecinha oca de Alexandra Ripley, chamado “Scarlett”, e a história escrita pela visão dos Butler, chamado “O clã dos Butler”. Conselho? FUJA!! São horríveis.
Então … Estou mergulhada no Deep South dos tempos da Guerra Civil. Acho que não devo sair de lá por muito tempo.
Assim, deixo-os, por enquanto, com duas frases famosas:
“Frankly, my dear, I don’t give a damn” – a útlima participação de Rhett Butler no filme.
“Tomorrow is another day” – a marca registrada de Scarlett.
Claro, tem aquele juramento que ela faz, quando volta para Tara, fugindo dos ataques de Atlanta, morrendo de fome. E uma frase de Butler, no churrasco em Twelve Oaks: “Nós, do Sul, temos apenas algodão, escravos e arrogância.”
E depois falam mal da autora …
05/12/2010
Sou tricolor de coração …
As ruas estão iluminadas, casas enfeitadas, o povo está entrando num frenesi de compras …
De alguma forma, estou feliz.
Já que o meu time resolveu não me dar alegrias neste ano, a gente tomou carona em outros bondes.
Agora, para aquele pessoal que estava comemorando aniversário, neste ano de 2010 …
02/12/2010
Resmungos de verão
Não me recordo onde li isso, mas alguém já disse que não era elegante ficar reclamando do calor. Tudo bem.
Ok. eu não sou Farah Diba.
Não sou Audrey Hepburn
Muito menos Jackie O.
Portanto …
EU
ODEIO
O
VERÃO!!
A cada ida ao escritório, vai-se um pacotinho de lenços de papel. Eu páro em qualquer lugar e osuor escorre feito cachoeira. Dá uma excelente impressão. Parece que a gente está três dias sem tomar banho.
Roupa nenhuma cai bem. Tudo esquenta horrorosamente. Dorme-se muito mal. E o suor escorrendo pela espinha abaixo, ensopando a calcinha … Ah, que felicidade !!
(fotos: 1 – bloganavazques. 2 – fitavermelha. 3 – Google)
